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Few days on land

Um retrato do dia-a-dia de uma jovem de viagens quase sempre musicais e nem sempre coloridas.

Apelo ao voto útil

Embora seja jovem, considero que votar é mais do que um direito. Votar é um dever. Somos quem diz "Chega!" aos Presidentes que estão a ocupar cargos que não sabem desempenhar, somos quem dá segundas oportunidades ou a oportunidade que pode mudar tudo. Principalmente numa altura em que parece que um tornado varreu as consciências que deveriam estar junto dos políticos que governam Portugal e, neste caso, as Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia pelo país fora. Talvez existam muitas pessoas a pensar que é porque a política é uma confusão que o melhor é não votar porque não vai mudar nada. Porque determinado cargo já pertenceu a diversas pessoas e nenhuma delas mudou as vidas de quem realmente precisa. Mas somos nós, cidadãos responsáveis, que temos o poder e sem o nosso "voto de confiança" nada se decide. 

Precisamos acreditar que tudo pode mudar, que podemos fazer a diferença. Senão, quem somos e o que fazemos aqui? Devemos isso a nós, aos nossos familiares, a quem ainda não pode votar, ao nosso país e, principalmente, devemos isso ao futuro: a quem queremos vir a ser e a quem queremos que tenha a oportunidade de vir a ser mais e melhor do que nós.

Portugal não foi um país de conquistadores. Portugal ainda o é. E cada um de nós tem uma maneira de confirmar isto votando. No passado grandes nomes lutaram por nós e pelos nossos direitos enquanto cidadãos. Não deixemos que essa luta caia no esquecimento e lutemos por um futuro melhor. 

Não pertenço a nenhum partido, nunca pertenci. Não tenho nenhuma "cor" e aquilo que vos escrevo é apenas enquanto cidadã. Voto em consciência, conhecendo os programas dos diferentes partidos, analisando-os para poder definir a minha escolha, mas voto.

Dizer que "isto está mal" não chega. Mas o voto, em consciência, chega.      

Não sou ninguém para fazer um apelo ao voto, mas tudo o que disse é por acreditar em Portugal e nos portugueses. Por mais que internacionalmente possam pensar que estamos condenados ao fracasso e tentem espalhar essa ideia a todo o custo, eu não acredito. Espero que nenhum português acredite.

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