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Few days on land

Um retrato do dia-a-dia de uma jovem de viagens quase sempre musicais e nem sempre coloridas.

A Playlist do Amor | 2016

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Amanhã é Dia dos Namorados e nada melhor do que ter uma playlist dedicada ao amor, em geral, para celebrar. Estão aqui reunidas 30 músicas de estilos e ritmos diferentes e com letras que se associam a este dia. Pelas melhores e pelas piores razões. Está disponível no Spotify, vão até lá ouvir e partilhem com a(s) pessoa(s) que mais gostam.

 

Lembrem-se: o amor é muitas coisas! Todas elas diferentes. É o início e o fim. É o entretanto. É distinto de pessoa para pessoa. É amor enquanto for, da maneira que for. Sejam felizes!

 

Playlist | As melhores músicas portuguesas de 2015

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Esta playlist é o resultado da procura pelo melhor da música portuguesa em 2015 e reúne diversos artistas, de diferentes estilos. As canções que se destacaram - e nem todas integram o top 10 enumerado naquele post - estão agora disponíveis numa playlist comemorativa no perfil do Few days on land no Spotify, num total de 24 músicas e mais de uma hora e meia de sons com diferentes ritmos. A variedade é imensa e, portanto, todos vocês podem encontrar lá alguma música que gostem. Espero que tenham oportunidade de ouvir e que apreciem a minha selecção!

 

Tenham um Natal muito feliz!

Bom dia caríssimos seguidores do Few days on land,

 

Hoje está tudo a acordar cedo, porque ainda há muito a ser preparado para a ceia natalícia. Há o bacalhau, claro, mas também há bolos e outros doces tradicionais, como as rabanadas, que convém serem preparados no dia. Frescos e fofos, para fazer as delícias de toda a família.

 

Por cá estamos a preparar algumas coisinhas boas, próprias desta época. No entanto, não podia deixar passar o dia sem vir aqui desejar-vos um Feliz Natal, dizer-vos que espero que consigam as prendinhas que querem mas - e principalmente - que espero que este dia vos proporcione boas recordações junto daqueles que mais amam. Que esses momentos vos façam rir este ano e nos próximos, sempre que voltarem "à baila". Que sejam peripécias eternas!

 

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(espero que gostem do meu postal!)

 

Um grande abraço blogueiro a todos os companheiros desta viagem escrita, aos que já conheço pessoalmente, à equipa que trata de nós no Sapo, aos amigos que passam por aqui diariamente, aos que são desconhecidos para mim mas que seguem o Few days on land... A todos os que estiverem a ler esta mensagem!

 

Sejam muito, muito felizes! Aproxima-se um 2016 que vai ser de arromba. Preparem-se e despeçam-se convenientemente de 2015, com os vossos.

 

Deixo-vos uma músca que é já uma das minhas favoritas e que já é mencionada aqui no Few days on land nesta altura, por tradição, ou não fosse esta uma cover de uma das minhas bandas favoritas a uma das poucas músicas de Natal que não me cansam:

 

 

Playlist | As melhores músicas internacionais de 2015

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Esta playlist é uma junção das músicas e dos artistas mais interessantes de 2015 e baseia-se na lista dos álbuns internacionais que analisei para escolher o melhor disco do ano. A lista foi divulgada no Few days on land e pode ser consultada aqui. As canções que se destacaram estão agora disponíveis numa playlist comemorativa no Spotify, num total de 48 músicas e mais de 3 horas de bons sons, com diferentes estilos, diferentes ritmos, mas com toda a qualidade que vocês merecem. Espero que tenham oportunidade de ouvir e que gostem da minha selecção!

 

Few days on land e o melhor álbum de 2015

O SAPO seleccionou 28 bloggers da comunidade para apresentar algumas sugestões sobre as melhores coisas de 2015. São apenas isso, 28 opiniões de entre um número infinito de possíveis. E eu, em representação do Few days on land, dei a minha opinião sobre o melhor álbum do ano.

 

Quem segue o blog sabe que já no ano passado tinha participado nesta iniciativa, naquele que considerei o melhor post de 2014. Mas posso garantir-vos que fico ainda mais contente por voltar a estar entre este grupo de bloggers em 2015. O ano não correu particularmente bem e o tempo livre é praticamente nulo para dedicar-me ao blog como gostaria. Mas vou tentado dar o meu melhor.

 

Currents, dos Tame Impala, é o álbum do ano. Mas se pensam que a minha opinião vai ficar pela justificação que escrevi para "O Melhor de 2015" (e que podem ler na imagem abaixo), estão enganados. Até ao final do ano ainda vamos falar muito de música, de alguns álbuns em específico, de alguns músicos... Ainda está para chegar também o habitual top da música portuguesa de 2015, a melhor versão ou cover do ano, mas também tentarei dedicar algum tempo a fazer um balanço geral deste mauzinho 2015. Podem ir passando por cá porque ainda vamos discutir outros tópicos importantes na área da música e não só. 

 

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Mas este post que nos apresenta ao melhor de 2015 tem sugestões de leituras, filmes, televisão, teatro, "imagem do ano" ou "algo que melhorou as nossas vidas". Diferentes pontos de vista, o mesmo gosto por participar e ter uma voz no que de melhor aconteceu este ano. Visitem a página e, se tiverem um blog, partilhem a vossa opinião e as vossas escolhas. 

 

O MELHOR DE 2015

 

Mais uma vez, muito obrigada à equipa dos Blogs do Sapo. Bem sei que isto não é um "dado adquirido" e que cada ano é um ano e os bloggers vão mudando, por isso é que agradeço a confiança depositada em mim e no Few days on land. Fiquei mesmo feliz!    

Desafio: o que não fazer em vida (a não ser que tenha perdido o juízo)

O Fábio, autor do blog vamosfalardequê nomeou-me para mais um desafio. Desta vez devo apontar "10 coisas que nunca farei na vida (enquanto estiver no meu perfeito juízo)". Desculpem lá, bem sei que o nome do desafio não é 100% isto, mas não acho necessário estar para aqui a escrever asneiras. Mais uma vez obrigada ao Fábio por mais uma nomeação! 

 

1. Colocar arroz na sopa (muito importante!);

2. Mudar de clube;

3. Ir a um festival de heavy metal, no qual não esteja presente alguma das bandas que ouço (mas por música posso perder o juízo muito facilmente!);

4. Esquecer que a música é uma grande parte da minha vida;

5. Parar de comer chocolate;

6.Concordar com injustiças;

7. Não ter orgulho das minhas raízes;

8. Ignorar a minha personalidade e, assim, deixar de ser quem sou; 

9. Compactuar com a existência de pessoas que fazem de tudo para prejudicar os outros;

10. Perceber pessoas que alinham com certas ideologias.