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Few days on land

Um retrato do dia-a-dia de uma jovem de viagens quase sempre musicais e nem sempre coloridas.

O desafio não sei quê

Ora muito bem, o Duarte Baltazar, do blog A (des)propósito, nomeou-me para um desafio que não sei como se chama, daí o título. Mas bem.. como se chama o desafio é, por agora, o menor dos meus problemas. O maior é a responsabilidade de responder a um questionário tão original e engraçado como este que me está dirigido. Ainda assim, e mesmo estando extremamente cansada porque o dia hoje não foi fácil, espero não desiludir! Obrigada pela nomeação Duarte  

 

Ponto 1) Sim, eu sei que devia estar a ver GOT mas estou mesmo cansada. Fica para amanhã.

Ponto 2) Vou saltar as regras do desafio mas, resumindo, tenho de apresentar 11 factos sobre mim, responder às perguntas/comentar as afirmações feitas pelo Duarte e depois nomear outros 11 blogs, com menos de 200 subscritores (YEY, somos bloggers tão conhecidos na blogosfera!!!)... 

 

Então, os factos:

- Não sei muito bem como é que ainda não caí para o lado tanto é o sono que tenho no momento;

- Estou acordada há cerca de 17 horas e 30 minutos e daqui a 6 horas tenho de me levantar de novo;

- Tenciono não tomar café amanhã, portanto não sei se chego ao fim do dia;

- Se bem me lembro já aqui tinha deixado 11 factos sobre a minha tão pouco interessante pessoa mas às tantas vou resgatá-los porque sinceramente não me estou a lembrar de nada interessante sobre mim;

- Ok, desisti porque estou MESMO cansada e acho que vou começar a inventar só porque é mais fácil;

- Estava a brincar.

- Gosto muito de estudar e por isso é que me levanto tão cedo;

- Só o facto de trabalhar em comunicação me impede de adormecer ao longo do dia (as gentes das comunicações falam muito, sobre trabalho claro!);

- Para além da comunicação, a música é outra das minhas grandes paixões;

- É-me muito fácil detectar erros ortográficos, mesmo quando estou com tanto sono como hoje.

- É verdade... Não fosse o meu sono e não teria muito o que dizer sobre mim.

 

As perguntas do Duarte

(Isto de ter um jornalista a perguntar-me coisas tem muito que se lhe diga... Não devia ser eu a perguntar visto que o famoso é ele? Ei, pessoal blogger influente, nada de preconceitos contra o pessoal com poucos seguidores, ok?! Somos alternativos!  Sigam o Duarte!)

 

1. Numa galeria de arte, em Itália, uma empregada de limpeza, acidentalmente, deitou para o lixo elementos da instalação do artista Paul Branca. A empregada de limpeza, segundo a BBC, enviou para o lixo alguns componentes da instalação de arte, imaginando que seria lixo ali acumulado por quem havia montado a exposição na véspera, quando na verdade eram elementos que faziam parte integrante da mostra. (in Público, 22/02/2014) Arte contemporânea: nos olhos de quem a vê ou nas mãos de quem a faz?

Primeiro: desconhecia a notícia. Depois, desconhecia o artista e a empregada. Fui ler a notícia e fiz uma interpretação errada do que escreveste. Pensei, pelo nome do artista, que ele fosse português. Pensei "Epá, com tanta gente no mundo porque é que isto tem sempre de acontecer a um dos nossos?". Lamento a minha ignorância. Percebi que ele é nova-iorquino e que não somos assim tão azarados. Das duas uma: ou a empregada tem um bom gosto tremendo ou é uma profissional exímia. Ia apostar que ela é uma profissional muito qualificada, uma vez que o artista queria que aquilo parecesse lixo. Ela fez o trabalho dela. Respondendo à pergunta: arte contemporânea nos olhos de quem a vê e explicada por quem a faz, para todos, sem excluir ninguém.


2. Há quem use «moderação» para encobrir cobardia?

Se há! Está oficialmente aberto o século dos sonsos.

3. É Natal. Ainda não compraste nada para ninguém. Olha, aquele livro que nunca leste continua a apanhar pó na estante. Quem quer saber do autor?... Cheira a novo e não tem vincos...

Era preciso que as pessoas a quem deveria dar presentes gostassem de ler. Mais difícil ainda... Era preciso que essas pessoas gostassem de ler poesia. Essa não funciona e eu até agradeço... É que só compro livros que quero mesmo ler e guardar. 

4. Cozinha de restaurante chinês: o que os olhos não vêem o coração não sente?

Não gosto de comida chinesa ou japonesa. Creio que o meu coração fica a ganhar!

5. Novo Acordo Ortográfico: abraço entre povos ou pontapé na língua?

É melhor não falarmos muito disso, ok? Este tópico é sinónimo de discussões agressivas. Para mim ainda se escreve Orpheu, o que deve ajudar à formulação de uma resposta sem que eu tenha de responder efectivamente.

6. Ao Domingo, a RTP2 tinha o Câmara Clara. As outras passavam reality shows e concursos que geralmente desprezas (se for o caso). Onde pára o zapping?

O que se passa é que o comando não é Meo e, portanto, faz o que quiser.

(Agora a sério... Não vejo televisão a não ser que seja para ver os telejornais...)

7. Frango assado: mãos ou talheres?

Não se pergunta uma coisa destas a uma mulher do Norte...


8. Aposto que o teu patrão já foi à merda em surdina.

Qual deles? É que isto em empregos com hierarquias tens mais do que um patrão!


9. Este amigo cheira mal da boca. Não se cala nunca. Gosta de falar próximo. E agora?

O que é a amizade mesmo?  

10. Andy Warhol filmou o Empire State Building, em plano fixo e sem cortes, durante 8 horas e 5 minutos. Cinema?

Esse senhor foi uma obra-prima na terra. Todo ele. Não existe crítica possível.


11. Povos do Sul: irresponsabilidade, hedonismo, outra coisa qualquer ou nada disso?

Um pouco de tudo isso misturado com a pouca atenção que se lhes escolhe dar.

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