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Few days on land

Um retrato do dia-a-dia de uma jovem de viagens quase sempre musicais e nem sempre coloridas.

3 anos de Few days on land

3aniversario_fewdaysonland

 

O Few days on land faz três anos. Foram três anos repletos de muito: episódios bons e menos bons, fases melhores e fases piores, dias com mais tempo e dias com menos tempo. Um blog faz-se de tudo isto. O Few days on land é uma companhia (embora por vezes estejamos distantes por alguns dias) e é a fuga para escrever sobre o que quero, quando quero. Isto tem tanto de egoísta como de sincero. Os textos, as músicas, as opiniões... São um espelho do que sou, do que ouço, das coisas sobre as quais gosto de falar e do meu dia-a-dia. Sempre.  

 

Nem sempre a vida nos sorri. Nem sempre acreditamos que seremos capazes de viver o que o futuro nos reserva. Venceremos? Seremos mais ou menos? Quando tenho estas dúvidas existenciais é à música que me dirijo. É a ela que vou buscar as minhas forças. Também é a música que me ajuda quando aparece a falta de concentração. A música tem um papel muito importante na minha vida desde sempre. E mesmo quando estou a ler ou a viajar tenho de ouvir música. Daí o Few days on land ser poemas, leituras, viagens, exposições, visitas, fotografia, pensamentos, televisão, cinema... Mas, acima de tudo: música. Em todos os estilos e ritmos, os artistas e as bandas, as melodias e as letras, as novidades.        

 

O Few days on land faz três anos e eu só posso agradecer a quem continua desse lado, a ler e ouvir o que por cá se vai publicando. Fiéis seguidores que sei que os há. Família e amigos que por aqui visitam e acompanham os meus dias. Às novas amizades que o blog me trouxe. Aos seguidores que preferem não dar muito de si mas que sabem que eu gosto que estejam aí. A todos os que não conheço e não conhecerei mas que gostam do Few days on land. Obrigada por três anos de aprendizagem, de vivências e de conhecimento.

 

Se quiserem deixar alguma mensagem, crítica, apreciação... Sintam-se à vontade. 

E obrigada! De coração. 

Parece simples escrever sobre o amor...

"Say you love me to my face
I need it more than your embrace
Just say you want me, that's all it takes
Heart's getting torn from your mistakes

 

'Cause I don't wanna fall in love
If you don't wanna try,
But all that I've been thinking of
Is maybe that you might
Baby it looks as though we're running out of words to say
And love's floating away

 

Just say you love me, just for today
And don't give me time 'cause that's not the same
Want to feel burning flames when you say my name
Want to feel passion flow into my bones
Like blood through my veins

 

'Cause I don't wanna fall in love
If you don't wanna try,
But all that I've been thinking of
Is maybe that you might
And, baby, it looks as though we're running out of words to say
And love's floating away

 

Won't you stay?
Won't you stay?
Slowly slowly you unfold me,
But do you know me at all?
Someone told me love controls everything
But only if you know

 

'Cause I don't wanna fall in love
(No no no no no)
If you don't wanna try
(Just try sometimes)
But all that I've been thinking of
(I just think)
Is maybe that you might
(You might)
'Cause I don't wanna fall in love
If you don't wanna try
But all that I've been thinking of
Is maybe that you might
Baby it looks as though we're running out of words to say
And love's floating away
Won't you stay?
Won't you stay?"

 

 

FELIZ DIA DOS NAMORADOS!   

A Lei de Murphy explicada com base em acontecimentos verídicos

Edward Murphy, um engenheiro norte-americano, foi o responsável pela criação da Lei de Murphy. Esta lei é definida por um conjunto de príncipios, que a experiência prova poderem tornar-se verdadeiros, como: "um dispositivo falha no momento menos oportuno" ou "se um dispositivo pode vir a funcionar mal, tal acontecerá", por exemplo. Esta Lei pode resumir-se a uma frase:

 

 

"Se existem duas ou mais alternativas para fazer a mesma coisa e uma dessas alternativas pode resultar em catástrofe, então alguém a escolherá" 

 

 

 

E eu escolhi.  Daí poder contar-vos um acontecimento verídico.

 

Ontem, ao final da tarde, quando estava a terminar um trabalho da Universidade para amanhã, o carregador do computador partiu. Se eu soubesse que o trabalho era para entregar para a semana não me preocupava. Acordava de manhã, bem cedo, com calma e ia comprar um carregador novo. Mas o trabalho é para entregar amanhã e não é um trabalho qualquer, não é um trabalho que se faça num dia. Conclusão: lembrei-me de tudo, menos de ter calma. Hoje, logo de manhã lá fui eu tentar comprar um carregador novo. Tentei e consegui mas quando cheguei a casa o caregador não tinha capacidade de suportar aquele super computador. Super computador porque tem 6 anos, mas, na verdade, não é nada de jeito, tal como os senhores da loja não se esqueceram de referir e até se riram por alguém ainda ter um computador "tão 1990" - exactamente as palavras que disseram - mesmo que depois tenham feito tudo o que podiam para me ajudar, verdade seja dita! E, apesar de tudo, tinham razão porque esse computador nunca funcionou muito bem, chegou até a ter uma morte súbita há cerca de um ano e tal, ressuscitando algum tempo depois, ainda não percebi bem como...  

Para piorar toda a situação não tinha gravado uma parte do trabalho em lugar algum. Guardei, mas não o trabalho como estava ontem, praticamente concluído, ou seja, vou ter que refazer a parte que falta. Não que não seja um tema que me agrade, porque é. O meu único problema é o tempo, uma vez que perdi a manhã inteira para tratar do carregador, graças às demoradas viagens de autocarro que me levaram até à outra ponta da cidade e que me trouxeram de volta a casa. E agora vocês perguntam, "Mas vais conseguir como, se não tens computador?"

Mas uma verdade da qual ainda não falei é que Murphy, quando estabeleceu esta Lei, esqueceu-se de que a perseverança e o trabalho são a única forma de ser bem sucedido. E eu vou apostar nisso! 

 

Frases para inspirar o meu trabalho e elminar qualquer vestígio da Lei de Murphy:

 

"A persistência é o caminho do êxito" Charles Chaplin

 

"A perseverança é a mãe da boa sorte" Miguel Cervantes

 

 

 

Murphy, eu não vou desistir!!!

 

 

 

P.S. A definição da Lei de Murphy foi retirada daqui.

Se o meu aniversário estivesse a chegar... #11

Já faz bastante tempo que estou interessada em ingressar num curso ou workshop de escrita de crónicas/reportagens de viagens... Principalmente desde que uma das pessoas a quem mais tenho de agradecer pela força e motivação que me tem dado (Sim Professora, é você!) me sugeriu dar uma vista de olhos pelos cursos da Escrever, Escrever. Olho e volto a olhar para estes cursos vezes sem conta mas, infelizmente, são caros demais para as minhas possibilidades neste momentos. Analiso os conteúdos que são leccionados e fico completamente fascinada. Para além de que não são cursos que se "arrastam" por meses e meses. Em Outubro inicia-se outro Curso de Escrita sobre "Crónicas e Reportagens de Viagens" com Filipe Morato Gomes, um formador que tem um excelente currículo, um blog sensacional e onde escreve muito e muito bem (podem consultá-lo clicando aqui). Há cursos de Poesia, Escrita para Televisão, Guionismo, Escrita Criativa... Enfim, de tudo um pouco. E os cursos são todos bastante interessantes. Se há por aí alguém que também se interesse por estas matérias podem espreitar todas as informações na página da Escrever, Escrever.    
 
One day, one day...