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Few days on land

Um retrato do dia-a-dia de uma jovem de viagens quase sempre musicais e nem sempre coloridas.

Uma música, três versões: 'Wildest Moments'

Jessie Ware voltará a pisar palcos portugueses a 9 de Julho, no NOS Alive'15. Depois de Devotion (2012), o seu primeiro álbum, a cantora traz Tough Love (2014) - o segundo - para ecoar pelo Passeio Marítimo de Algés. O álbum tem contribuído para manter o buzz gerado em redor da britânica e que provocou o boom que espalhou a sua música pelo panorama musical internacional e, de forma exponencial, pelo nacional. De outra forma não actuaria no Palco Heineken. Palco secundário que, ainda assim, é pequeno para o tão grande talento de Jessie Ware.

 

Não gosto de incluir esta artista num dos géneros musicais já "desgastados", como o pop, o rock ou mesmo o alternativo. Isto porque acho que o estilo da Jessie é muito particular: gosto de lhe chamar contemplativo. É uma "cena" à parte de rótulos banais, estão a ver?

 

'Wildest Moments' é um dos grandes hits da cantora, porém já antigo. Hoje em dia também é difícil nomear uma canção que não tenha tido impacto musical um pouco por todo o mundo (o seu êxito tem aumentado particularmente na Europa). 'Wildest Moments' foi lançado como terceiro single do 1.º álbum mas, se ouvirem com atenção, a letra faz sentido tanto em 2012 como certamente fará em 2046. Encontrei duas versões bem diferentes desta música: uma daquele que é já considerado o "Rei das Covers", o-que-canta-de-tudo-Howard; outra de uma banda ainda com pouca expressão mas cuja carreira pode comparar-se a um conjunto de montanhas - russas e de outas nacionalidades - ou não fossem eles um parque com tema, digamos para simplificar. 

 

VERSÃO ORIGINAL

 

VERSÃO ROCK

 

VERSÃO ELECTRÓNICA

 

Eu gosto de ambas, embora seja impossível alcançar o original. E vocês, o que acham?