Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Few days on land

Um retrato do dia-a-dia de uma jovem de viagens quase sempre musicais e nem sempre coloridas.

Uma nova fase ou a repetição de fases anteriores

A tese faz isto às pessoas, digo eu. Viver por fases ou, traduzindo, uns dias respira-se melhor e outros respira-se pior. Temos tempo para as funções básicas da vida, o resto vai-se gerindo. Quem me dera que a leitura massiva de livros, outras teses, artigos e restantes documentos aos quais recorremos para elaborar uma dissertação de mestrado estivesse tão inerente à minha pessoa como respirar. Porque se é suposto que isto seja assim até meados do próximo ano, mais vale passar a cronometrar a respiração e não os tempos de leitura. Portanto, embora esta fase inicial de descoberta de tantas informações desconhecidas acerca do que estamos a estudar seja tão divertida, é também cansativa. Sim, rimei. Porque nos dias que correm até para me dedicar à minha espécie de poesia tenho de fazê-lo através de termos técnicos relacionados com o que ando a ler, ou seja, nem para escrever sobre "as vidas" tenho tempo.

Mas, como não se vive sem música por aqui, tenho me lembrado muitas vezes do refrão da música "Ruby", dos Kaiser Chiefs, principalmente quando me apetece gritar (sim, escrever uma dissertação também dá para isso!). Aliás, depois de a ouvir percebi porque é que o refrão tem aparecido na minha mente nesses momentos. Ora oiçam:

 

 

É só substituir a palavra "Ruby" pela palavra "Tese" e a minha teoria está explicada, embora de forma bilingue por misturar português e inglês. Quero com isto dizer:

 

Tese, Tese, Tese, Tese
Do you, do you, do you, do you?
Know what you're doing, doing to me?
Tese, Tese, Tese, Tese
Do you, do you, do you, do you?
Know what you're doing, doing to me? 

8 comentários

Comentar post