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Few days on land

Um retrato do dia-a-dia de uma jovem de viagens quase sempre musicais e nem sempre coloridas.

Visitar Paris sem sair de Lisboa

Situada no Saldanha, a pastelaria francesa L'Eclair faz as delícias de todos os que procuram os tradicionais bolos na esperança de saborear Paris em Lisboa. A experiência é digna de registo, porque é no seu todo uma viagem. Uma viagem naturalmente diferente do que seria entrar numa pastelaria da especialidade numa região francesa, mas com um conceito e qualidade não menos interessantes.

 

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Visitar uma pastelaria, que não só está na moda como a qualidade dos seus produtos fala por si, ao final da tarde é capaz de não ser das melhores ideias que se pode ter. E porquê? Porque embora o pasteleiro esteja sempre a preparar novas fornadas de éclairs, segundo nos foi dito pelo prestável e simpático empregado que nos atendeu, as pessoas também não param de chegar para levar os precious bolinhos. Resultado: poucos éclairs em exposição, tamanha é a loucura ao redor destas pequenas maravilhas. Já não existiam os mini éclairs, a escolha acertada para quem pretende conhecer os vários sabores disponíveis na L'Eclair.

 

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Ups... Acabei de perceber que talvez no parágrafo anterior tenha resumido o que vos vim aqui dizer. Mas ainda há mais a acrescentar. Tipo isto:

 

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Não é o melhor chocolate quente de Lisboa, mas está muito próximo do que ocupa o 1.º lugar do meu pódio (o chocolate quente da Xocoa). Gostei por ser mais amargo do que o normal, provavelmente feito com chocolate negro com mais cacau do que açucar (tão difícil de encontrar hoje em dia por aí). A consistência é média, nem muito líquido, nem muito grosso. Para além disso, é servido de forma diferente, vem numa caneca e o empregado coloca na chávena, ao vivo e a cores, na mesa, ainda quentinho. A acompanhar está um pequeno pedaço de chocolate negro, outra delícia desta pastelaria.

 

Agora o que interessa: os éclairs. Provei o éclair de caramelo e a minha irmã o de framboesa - acabámos por provar ambos que de partilha é que vive o mundo - e estes pequenos grandes bolos são divinais. A massa é fofa e não parece plástico, como qualquer éclair que é vendido nas pastelarias portuguesas, e o creme no interior é leve e não enjoativo como é tão normal neste pequeno pedaço de terra à beira mar plantado. A fruta é fresca e os níveis de açucar são controlados para que este bolo não ultrapasse os limites do doce q.b.  Uma pastelaria para voltar, sem dúvida!

 

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